LICENCIATURA EM ENGENHARIA FLORESTAL

Se queres ser engenheiro florestal tens que gostar da natureza, de trabalhar com
os recursos naturais e respeitar as leis de defesa do ambiente e proteção da biodiversidade.
Na UTAD o curso de engenharia florestal tem uma componente prática muito grande
onde os alunos experienciam desde o 1º ano o que é envolver-se com a natureza.

Diretor: Prof. Dr. Luis Filipe Lopes | lflopes@utad.pt

Queres saber porque deves tirar o curso em Engenharia Florestal na UTAD?

As florestas do mundo desempenham muitos papéis. Elas fornecem matérias-primas renováveis, energia, mantêm a diversidade biológica, atenuam as alterações climáticas, protegem o solo e a água, fornecem recreio e lazer, melhoram a qualidade do ar e ajudar a aliviar a pobreza.

Sabias que:
– No território nacional do continente, as áreas da Rede Nacional de Áreas Protegidas ocupam 7.2% do espaço e as áreas classificadas da Rede Natura 2000 ocupam 14,1%, o que faz com que 21.3% do território de Portugal continental esteja supostamente afeto à conservação da natureza.
– A floresta de Portugal representa cerca de 35% do território do nosso país e é fonte de emprego, exportações, vendas, lazer, biodiversidade, sequestro de carbono, proteção do solo, regulação da qualidade da água e do ciclo hídrico.
– A floresta é um dos maiores e mais importantes recursos naturais do país sendo responsável pela criação, manutenção e utilização de uma importante riqueza, económica, social e ambiental.

Engenharia Florestal é o ramo das engenharias que estuda o uso sustentável de recursos naturais e a transformação dos produtos florestais, utilizando técnicas de gestão e de planeamento adequadas, tendo em vista ao aumento da produção e/ou da conservação das florestas.
Todos sabemos que a floresta é um ecossistema complexo com uma forte interação entre o clima, os solos, a água, os animais, (incluindo insetos e fungos) e as plantas, a Engenharia Florestal estuda e gere esta complexa interação, através da gestão dos diferentes elementos que compõem a floresta, garantindo a preservação do seu equilíbrio tornando possível que o homem obtenha um valor económico a partir dela, sem a “ferir”. A isto chama-se gestão sustentável da Floresta.

A formação de um engenheiro florestal é muito abrangente e a sua atividade é muito ampla e diversificada. Como exemplo de algumas áreas em que o engenheiro florestal tem um papel muito importante podemos-te indicar:

Silvicultura
Elabora, promove e supervisiona projetos de arborização com vista ao aumento da produtividade e da oferta de material lenhoso à indústria.
Gere processos de exploração da floresta que preservam os recursos naturais Desenvolve tecnologias de produção de sementes e plantas florestais melhoradas

Gestão de áreas protegidas
Gere, estuda e administra parques, reservas florestais e unidades de conservação, atuando desde o plano de gestão destas áreas, até ao combate de incêndios florestais e proteção florestal.

Recuperação de Áreas Degradadas
Atua na recuperação áreas degradadas com origem quer em causas naturais quer provocadas pelo homem.
Avalia os de impactos ambientais de atividades humanas em bacias hidrográficas e na paisagem.

Industria de Papel e Celulose
Trabalha na produção de plantas indicadas para fins de produção de celulose para papel. Melhora, por meio da biotecnologia, as características genéticas das
espécies florestais com potencial para serem transformadas quer em móveis, energia, pasta para papel, etc.

Educação, Docência e Investigação
Realiza atividades em educação ambiental, ecoturismo. Investiga em centros de investigação ou Universidades assuntos atuais e fundamentais para a floresta como resistência e combate a pragas e doenças, melhoramento genético florestal, alterações climáticas.

Monotorização Ambiental
Supervisiona empresas e organismos que exploram os recursos
florestais.
Efetua vistoriais, perícias e avaliações, emitindo pareceres técnicos em processos de licenciamento ambiental.

Tecnologia de produtos florestais
Pesquisa e desenvolve tecnologias para o aproveitamento, a extração e a industrialização de madeiras e de outros produtos florestais não-madeireiros, como cortiça, resina e óleos essenciais.

Cartografia e Geoprocessamento
Executa trabalhos de cartografia e geoprocessamento em áreas e propriedades rurais e ambientes florestais. Utiliza Sistemas de Informações Geográfica (SIG), tecnologias de detecção remota e de tratamento de imagem (fotografia aérea, imagens de satélite, etc.) para construírem mapas temáticos de recursos florestais, para planear plantações florestais, gerir bacias hidrográficas ou redes de infraestruturas.

Gestão de recursos faunísticos
Gere e monitorizar a vida selvagem, os recursos hídricos e cinegéticos Monitorizar os ecossistemas aquáticos Protegeendo a sua qualidade e a o seu uso sustentável

Empresas de Gestão e Planeamento de Recursos Naturais,
Indústrias Florestais,
Parque e Reservas Naturais,
Associações de Produtores e/ou Proprietários Florestais,
Serviços Centrais e Regionais de Administração Pública
Câmaras Municipais
Empresas de consultadoria.

SER FLORESTAL É SINÓNIMO DE:
– Responsabilidade Ambiental
– Património Natural
– Inovação Empresarial
– Sustentabilidade dos Recursos Naturais